Você não é boazinha. Só evita o conflito.

Você diz “tanto faz” quando claramente não tanto faz assim.
Concorda no grupo, mas depois fica remoendo sozinha.
Aceita um convite que não queria, responde mensagens que te incomodam, engole comentários que te atravessam.

Por fora, parece leve. Por dentro, vai acumulando.

Ser “boazinha” muitas vezes é só um jeito socialmente aceitável de não sustentar o desconforto de dizer não. Porque dizer não pode gerar cara feia, silêncio, afastamento. E isso custa.

Só que evitar o conflito também é uma escolha. E ela tem consequência.
Você se deixa por último, aos poucos, sem perceber. E depois chama isso de cansaço, de falta de paciência, de “não sei o que está acontecendo comigo”.

Está acontecendo que você está participando disso.

Não é sobre virar alguém dura ou indiferente.
É sobre aguentar o incômodo de se posicionar, mesmo quando a resposta do outro não vem como você gostaria.

Nem todo desconforto precisa ser evitado. Alguns precisam ser atravessados.
Eu te ajudo a atravessar, você vem?

Aline Andrade
Psicóloga Clínica

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